domingo, 24 de julho de 2016

CRÔNICAS DE UM CRISTÃO - "Ninhos de Abutres" /CHRONICLES OF A CHRISTIAN - " Nests of Vultures "





NINHO DE ABUTRES

Os do "Ninho de Abutres" só tem alguma consideração com os seus colegas de ministério ou com os seus liderados, quando estes o favorece em alguma ou quando estão sendo cortejados e elogiados hipocritamente pelo líder principal; e por causa disto, eles teem valor para os "abutres".

Muitos bajuladores do líder principal procuram agradá-lo aceitando suas opiniões, suas sugestões e suas preferências. Se ele não gosta mais de alguém, seus bajuladore também deixam de gostar deste alguém. Se o líder começar a fazer uma campanha para minar e podar o ministério de algumém, seus bajuladore vão atrás dele fazendo o mesmo.

Um exemplo prático: Certa vez, um colega de ministério caiu em adultério e foi excluido do Rol de membros da Igreja e da Convenção Denominacional. Em uma reunião costumeira das lideranças, o pastor principal ordenou:

- Não quero nenhum de vocês visitando este irmão. Ele deve passar pelas consequências que ele mesmo procurou. Não se metam nesta situação!

Onde a orientação deveria ser:

- Em tempo oportuno visitem o irmão. Se encontrá-lo em algum lugar dê um abraço nele e ofereça para ele a sua mão amiga em o nome do Senhor Jesus.

Com este fato e muitos outros, somos ensinados a desprezar, a odiar, a ignorar, a menosprezar e a rejeitar, tudo pelo comportamento de um líder principal ou pelo nome de uma Igreja Edifício, ou por um Denominação, ou por uma Convenção. Um pastor principal nos orientou:

- Não percam seu tempo visitando estes irmãos rebeldes (as vezes porque discorda das atrocidades dele) e dosobedientes (no caso aos abusos e dos absurdos dele). Vocês podem até ser contaminados por eles. Vão atrás do pecador, daquele que ainda não tem Jesus!

"Camaradajem por Conveniência" também são atos de um líder principal e dos seus seguidores, apenas porque a pessoa lhe dar proveito em alguma coisa como: Ser um serviçal, um bajulador, um apoio político, um apoiador financeiro ou uma liderança que não pode questionar suas maluquices e lhe serve como um escravo.

Quando deixamos de respirar, parando de dar o que temos para o líder principal ou para a Instituição, este e seus seguidores fanáticos caem sobre nós nos dilacerando com os seus "bicos afiados" devorando a "nossa carne e os nossos órgãos". Investem tudo o puder para nos ver rastejando (de volta e humilhado) e destruido completamente. Geralmente adotam abuso de poder; usando sua influência e toda a força Denominacional - como se fosse uma divindade ou um semi-deus - para neutralizar aquele que considerava e dizia ser seu amigo.

Finalizo com outro exemplo prático: Presenciei várias vezes nossos líderes ordenar:

- Esta pessoa não deve ser recebida nas Igrejas que vocês pastoreiam. Não deixem ele subir no púlpito e  não deem oportunidades para ele. Se resolveu sair, que tenha oportunidade noutro lugar!

"Antes, estando com eles, somos considerados como AMIGOS. Depois, quando saimos da Denominação ou Convenção por algum motivo, passamos a ser considerados como INIMIGOS."

Elias Lins

NEST OF VULTURES

The the "Nest of Vultures" only have some consideration with their ministerial colleagues or their followers, as they may in some favors or when they are being courted and praised hypocritically by the main leader; and because of this, they teem value for the "vultures".

Many sycophants main leader seeking to please him accepting their opinions, your suggestions and your preferences. If he does not like someone else, your bajuladore also cease to enjoy this one. If the leader start to a campaign to undermine and prune the ministry algumém, his bajuladore go behind him doing the same.

A practical example: Once a ministry colleague fell into adultery and was excluded from membership of the Church and Denominational Convention. In a customary meeting of the leaders, the chief minister ordered:

- I do not want any of you visiting this brother. He must pass the consequences that he sought. Do not mess this situation!

Where the guidance should be:

- In due time to visit his brother. If you find it somewhere give him a hug and offer him his helping hand in the name of the Lord Jesus.

With this fact and many others, we are taught to despise, to hate, to ignore, to despise and reject all the behavior of a main leader or the name of a church building, or a name, or a Convention. A senior pastor instructed us:

- Do not waste your time visiting these rebellious brothers (sometimes disagree because of his atrocities) and dosobedientes (for abuses and absurdities it). You may even be defiled by them. Go after the sinner, one who has not yet Jesus!"Camaradajem for Convenience" are also acts of a major leader and his followers, just because the person give out something like: Being a servant a sycophant, political support, a financial backer or a leadership that can not question their antics and serves him as a slave.

When we stop breathing, stopping to give what we have to the main leader or the institution, this and their fanatical followers fall on us tearing us with their "sharp beaks" eating "our flesh and our bodies." Invest everything you can to see us crawling (back and humiliated) and destroyed completely. Usually adopt abuse of power; using their influence and all Denominational force - like a deity or a demigod - to neutralize that he considered and claimed to be his friend.

I conclude with another practical example: I witnessed several times our leaders order:

- This person should not be received in the churches you pastor. Do not let it go up in the pulpit and do not give opportunities for him. If you decided to leave, you have opportunity elsewhere!

"Before, being with them, we are considered as FRIENDS. Then, when we left the name or Convention for some reason, we come to be regarded as ENEMIES."

Elias Lins

NEST OF VULTURES

CRÔNICAS DE UM CRISTÃO - Estar Dentro de Um Templo Não É Fazer a Obra de Deus/CHRONICLES OF A CHRISTIAN - Living Inside The Temple Is Not Doing God's Work



ESTAR DETRO DE UM TEMPLO E SERVIR A UMA DENOMINAÇÃO 
RELIGIOSA NÃO É FAZER A OBRA DE DEUS. 
A OBRA DE DEUS SÓ É FEITA QUANDO SOMOS IGREJAS VIVAS 
LÁ AONDE OS PERDIDOS E NECESSITADOS ESTÃO

Dei muitos anos da minha vida para uma Denominação Evangélica achando que tudo o que fazia estava realizando para a OBRA DE DEUS, e me enganei.  Levando comigo a minha família (esposa e dois filhos) para SERVIR a INSTITUIÇÃO, demos a nossa vida: Nossos trabalhos (talentos), nossos recursos, nossos bens e nosso tempo.

Quando fizemos algo para Deus (e foi muito pouco dentro dos 27 anos) foi quando aatendemos o clamor dos aflitos: Preoclamando o Evangelho de Cristo e ajudando-os dentro das suas necessidade e das nossas possibilidades; espirituais e físicas.

Hoje compreendemos que fazer a obra de Deus não é estar assiduamente nas programações que a Denominação inventa a cada semana (enfurnando seus membros no templo edifício), mas quando somos útil em ajudar o próximo; quando nos relacionamos com vidas e não com coisas ou objetos que tanto a Denominação pede.

A lavagem celebral que as lideranças fazem em nós, reproduzimos nos nossos liderados ou naquele que vemos um "espírito de liderança"; tudo para PROPAGAR O NOME DA DENOMINAÇÃO E NÃO O NOME DE JESUS CRISTO, que no meio dos interesses de pastores principais, quase  ou não tem vez.

Neste "Vendaval Denominacional", o Templo Edifício, os líderes e seus abusos doutrinários com os seus usos e costumes, valém muito mais do que o próprio Senhor Jesus Cristo.

Elias Lins


DETRO TO BE A TEMPLE AND SERVE A RELIGIOUS DENOMINATION
NOT DO THE WORK OF GOD.
The ONLY GOD'S WORK IS DONE WHEN CHURCHES ARE ALIVE
THERE WHERE THE LOST AND ARE NEEDED

I gave many years of my life to an evangelical denomination thinking that everything he did was performing for the WORK OF GOD, and I was wrong. Taking with me my family (wife and two children) to SERVE INSTITUTION, we gave our lives: Our work (talents), our resources, our assets and our time.

When we did something for God (and it was very little in the 27 years) was aatendemos when the cry of the afflicted: Preoclamando the Gospel of Christ and helping them in their need and our possibilities; spiritual and physical.

Today we understand that doing the work of God is not to be assiduous in programs that denomination coins every week (retreats into its members in building the temple), but when we are useful in helping others; when we relate to life and not with things or objects that both the name asks.

The celebral wash that leaders make in us, we reproduce in our led or that we see a "leadership spirit"; everything PROPAGATE NAME NAME AND NOT THE NAME OF JESUS ​​CHRIST, in the middle of the main pastors interests, has almost or no time.

In this "Denominational Windstorm", the Temple Building, the leaders and their doctrinal abuses with their uses and customs, are worth much more than the Lord Jesus Christ.

Elias Lins